Um Sedutor Sem Coração, de Lisa Kleypas

Devon e Weston Ravenel sempre viveram a vida que queriam: totalmente sem regras, regadas à paixão e luxúria, na Londres do século XIX. Até que recebem a inesperada notícia da morte do primo Theo, o Conde Trenear.

O acidente acaba levando Devon à herdar por direito a sucessão do título e, com ele, o priorado Eversby; terras totalmente afundadas em dívidas, e ainda ocupadas pelas irmãs mais novas do falecido primo.

A contragosto, ele acaba partindo para a cidade de Hampshire, decidido a se livrar das terras o mais rápido possível, a fim de voltar para sua habitual rotina sem complicações.

O que o sedutor não imaginaria nem em sonhos é que a jovem viúva Kathleen, além de possuir uma língua afiada, também possuía o tipo de beleza mais estonteante que ele já vira…

Ainda em luto, Lady Trenear reconhece de imediato a figura do libertino, sabendo que nem em suas fantasias mais profundas deveria confiar em alguém como Devon.

Em meio a discussões, demonstrações de teimosia e fortes tempertamentos, acaba surgindo um desejo avassalador sobre eles.

Será que a jovem conseguirá resistir ao encanto do novo conde? Será ela capaz de seguir a razão ou o coração?

“Se eu tiver que esperar sessenta anos, nem um minuto será disperdiçado, porque terei passado todo esse período amando você.”

Nessa história, Lisa Kleypas nos transporta no tempo diretamente para o ano de 1875, numa narrativa regada de romance e paixão. Um Sedutor Sem Coração é o primeiro livro da série Os Ravenels, nova saga da autora. É impossível parar de ler, cada capítulo acelera o coração, e ao mesmo tempo, nos introduz à Rhys Winterborne, o comerciante mais rico, charmoso e obstinado de Londres (que é protagonista do segundo livro da série).

Esse é aquele tipo de livro que você devora em uma tarde, já na expectativa de iniciar o livro seguinte.

Enquanto “devorava” cada capítulo (na velocidade da luz, pois eu colocava o celular para despertar às 8, porém a ansiedade para ver o desfecho da história me fazia acordar às 7), me encantava cada vez mais pelo casal ímpar de personalidades fortes.

Kathleen tem aquele temperamento que não faz uma mulher abaixar a cabeça pra homem nenhum (SÉRIO,AMEI ESSA PARTE), e Devon vai evoluindo ao longo da história, deixando de ser um jovem libertino para ser um homem maduro e apaixonado… Me diz se não tem como querer um amor assim?

Querido Devon, é tarde demais, acho que já me apaixonei!

O que vocês acharam da série? Ficaram tentadas a dar uma chance ao libertino reformado?

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